segunda-feira, 3 de junho de 2013

Companhia das Lezírias


Companhia das Lezírias - by Roquete

Estou possessa!!!!!!! Hoje fiquei em casa.... Eles foram fazer uma caminhada...
















Foi um passeio saudável, diziam-me eles... Fizeram isto tudo a pé!!!  Se eles largam a gasolina e passam a funcionar a maças e bananas, não saio mais da garagem... isto é preocupante!!!!!

E, quando chegaram a casa, nem me foram visitar. Se eu tivesse entrado em depressão, eles nem queriam saber... Foram recolher um enxame de abelhas que se tinha alojado na charrete da Andorinha.





Agora, já as meninas na casa nova, acho que gostaram...






Estas fotos estão um pouco tremidas, talvez devido ao pouco à vontade que o fotografo tinha por estar tão perto do objectivo a fotografar...

Até à próxima!!!


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Lisboa cidade luz

Lisboa cidade luz – by Roquete

A temperatura é agradável! O Sol brilha, está um dia magnífico e mesmo a pedi-las… e para onde? Diz a outra - que é alfacinha: E se fossemos dar uma volta em Lisboa? Já não vou à Baixa há imenso tempo.

“Popularmente, os naturais ou habitantes de Lisboa são chamados alfacinhas. A origem do termo é desconhecida, mas há quem explique que nas colinas de Lisboa primitiva verdejavam já as "plantas hortenses utilizadas na culinária, na perfumaria e na medicina" que dão pelo nome de alfaces, e alface que vem do árabe, poderá indicar que o cultivo da planta começou aquando da ocupação da Península pelos muçulmanos. Há também quem sustente que, num dos cercos de que a cidade foi alvo, os habitantes da capital portuguesa tinham como alimento quase exclusivo as alfaces das suas hortas. O certo é que a palavra ficou consagrada e que os grandes da literatura portuguesa habituaram-se a tomar alfacinha por lisboeta. “ Wikipédia

OK, o local estava escolhido, e aí vamos nós para Lisboa, Baixa Pombalina, Chiado, Belém...

Fomos pela EN o mais possível, entramos na A1 no Carregado, estavam a pensar deixar-me nos Restauradores, mas os placards da 2ª circular diziam “transito muito condicionado no Marquês” – olha a novidade!! – então fomos pela Almirante Reis, apanhamos uma operação Stop a todos os comerciais, paragem no parque do Martin Moniz… Hei! Então eu fico aqui?!?!








Praça da Figueira, um café e uma noz na Pastelaria Suíça












seguindo pela Rua Augusta




até à Praça do Município




ao longe avista-se a Sé (pelo meio das obras...)

sobe-se a Rua Nova do Almada, mais umas quantas paragens para recordar, matar saudades do pastel de bacalhau, uma voltinha no Chiado...










Rua do Carmo a descer até ao Rossio.


Vieram buscar-me e só falavam na quantidade de motas que agora se vêem em Lisboa.

E a ela, eu bem lhe vi, “o brilhozinho nos olhos, passeando de cá para lá como as ondas do mar” (Sérgio Godinho), lisboeta alfacinha mas degenerada, há que tempo não visitava o Chiado…



Descemos ao Campo das Cebolas, seguimos depois pela 24 de Julho, Av. da Índia, Alcântara,














Belém (paragem para café e – claro - pastéis de nata).


















Quem está aqui, está ali, segue pela marginal e ‘bora até Cascais. Depois chegados lá, passamos pelo Santini (estava fechado - era segunda-feira) e de volta para casa sem paragens, também adoro esta parte, é sempre a andar!!!!
Novamente pela Marginal e o resto já sabem.

Desta, chegamos a casa demasiado cedo, boa tarde… e até à próxima!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Como uma AG pode ser interessante e Visita à nova loja


Como uma AG pode ser interessante – by Roquete

My dears!

Hoje não houve alvorada… acordei de um sono revigorante, cuidei da minha beleza, poli os cromados, enfim o habitual para uma lady. E nem outra coisa seria espectável! É dia de AG do clube de proprietários da Triumph, eu nunca poderia comparecer menos apresentável, ia rever a família… E vocês sabem como são as línguas viperinas daqueles tias…
-“Então Róquete, finalmente lá arranjaste alguém que te queira!”
-“Coitado, quando ele descobrir a peça que tu és?!”
-“ Só pode estar de olhinhos tapados, parece tão bom rapaz…”
E outros comentários extremamente agradáveis!

Mas, uma lady sabe manter a compostura e responde-lhes com um sorriso, porque eu e ele é que sabemos… e a outra também, mas cada um tem a sua cruz!

O combinado era o encontro na gasolineira no Cartaxo. Chegamos, atestaram-me, foram beber café, e apareceram dois… “É pá, nós ficamos para trás e seguimos as placas. Não sabemos dos outros!”
Os outros deram início ao famoso “há sempre um Portugal desconhecido que espera por si” que nos iria acompanhar durante o resto da viagem, e ao saírem da portagem seguiram em frente em vez de virar á direita!... Mas ei-los que chegam:








Cumprimentos, apresentações e partimos em direcção a Almeirim, Alpiarça, Chamusca… Uma pequena paragem antes de virarmos para a Golegã, pois uma das primas estava tão entusiasmada com a “familly reunion”, que ligou o aquecimento central e… água toda fora. Lá lhe deram uma garrafinha de água e seguimos viagem… Entroncamento, uma voltinha em Tomar (por ali, não por ali), Ferreira do Zêzere (só era necessário passar ao lado, mas lá fomos nós dar uma voltinha na cidade). E após uma ou duas paragens para rectificar direcções e conhecer os habitantes locais chegamos ao Centro de Férias e Formação do SBSI, em Ferreira do Zêzere.





O estacionamento

 

e a vista da varanda (não, a temperatura não estava convidativa)

Mas, ainda houve quem levasse a teoria do “Portugal desconhecido” mais a peito, pois conseguiram passar pela Batalha e Fátima. O que esta gente inventa só para andar de mota…



Antes do almoço


Depois do almoço


A Assembleia Geral

Enquanto eles por lá estiveram, eu disfrutei da companhia da restante família. Estavam lá as Street, as Speed, Daytona, Tiger, até uma Bonnevile… gostei tanto de ver a família que mal posso esperar por outra reunião!

E aí vamos nós outra vez, de volta para casa, agora pela auto-estrada pois anoitece demasiado cedo. Quando chegamos a casa ele até me disse:
- Anima-te, Róquete, a Primavera está a chegar.

Não conheço esta prima Vera, mas pelo ar entusiasmado dele deve ser alguém interessante, portanto boa noite e até à próxima, com a prima Vera.



Visita à nova loja – by Roquete

No seguimento deste convívio familiar e para voltar a rever os parentes, ficou logo ali (na AG) combinada a visita de reabertura da nossa (Triumph) nova loja / stand / oficina em Lisboa. Para abrir as hostilidades, nada melhor do que um encontro na Adega da Bairrada. O almoço, levezinho, foi algo como um bacalhau assado na brasa seguido de um cozido à portuguesa e de umas sobremesas que estavam maravilhosas. Depois, pegar em mim e seguir em cortejo até à Rua Agostinho Lourenço, para apresentação dos nossos melhores votos de felicidade.



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Eu fiquei cá fora na companhia de restante família


e eles foram até ao interior da loja ver as novidades…

Comecei a deixar de achar graça à visita quando, de repente, ele começa a rondar uma Tiger, a olhar para ela e a meter conversa: “e qual é a cilindrada da menina?”, “gosto muito dessa cor, fica-lhe bem!”, “deixa ver se é confortável!”
Ai! Não posso crer nos que os meus faróis iluminam!!!!... Ele… com outra mota…

Não é possível. Será que estou mais gorda? Tenho a pintura arranhada? Eu nem estou a ganhar ferrugem!! Já não gosta de mim!! Não gosta de mim é o que é… Vai-me trocar por outra mais nova!!

Mas o que é que aquela pindérica tem que eu não tenho? Nada! Ah desgraçada, arrepelo-te os cabos todos…

Mas, foi comigo que ele voltou para casa, e que aconchegou a capa, e a quem disse baixinho: Boa noite e até à próxima!



terça-feira, 5 de março de 2013

Bifanas em Montemor-o-Novo



Bifanas em Montemor-o-Novo - by Roquete

Hello,

O Sol lá fora está espectacular! Ele abriu a porta da garagem e pergunta-me:
- Olha lá, e que tal irmos comer uma bifana a Montemor?

Não é que a bifana a mim me diga algo de especial, eu sou mais 95 octanas! (Mas tem de ser
octanas gourmet. Porque se for daquela mais banal, aquilo cai-me mal nos injectores, fico com
a centralina toda engasgada, passo um dia horroroso!!! Vocês sabem lá…). 
Mas adiante, não estou aqui para me queixar.

O destino é o que menos me importa. O que realmente conta é o que fica entre a partida e
a chegada. Se é para ir, vamos!
E quando vamos assim os três, sem nada especial combinado com ninguém, temos um modo
particular de rolar, vamos seguindo a estrada conforme o que ela nos vai sugerindo, o que
normalmente acaba por ser o caminho mais longo entre dois pontos. Eles até falham as
entradas e vão dar a volta dentro das povoações, só para poderem voltar para trás e
retomar o caminho… Esta é a expressão que eu mais oiço:
- Olha, era por ali!

Enfim, atestamos ali pela Azambuja (gasolina de marca!!! que eu cá não vou em frescuras...),
seguimos por Vila Franca, apanhamos a EN10 por Porto Alto, Infantado, Pegões. Paramos
algures em nenhures para umas fotos. Agora uma fofoca, que ninguém nos ouve: aproveitem
bem estas fotos porque devem ser as únicas que vêem. A máquina fotográfica só tem duas
hipóteses: ou fica em casa ou vai mas não sai das malas. Desta vez, foi e saiu das malas –
o que estará para acontecer?
Enquanto eles tiravam umas fotos, os camionistas apitavam ao ver-me parada na berma da
estrada. Ai, que até se me estremecia os retrovisores!



A estrada, fogo na peça...


Mais estrada... à moda do Alentejo!!!

Não estão mal de todo, gosto destas que dão uma ideia das estradas que eu mais gosto:
loonngas!
E finalmente, umas fotos para nos conhecerem aos três: eu, ele e a outra!


Eu e ele


Eu e..., vocês sabem!

Daqui seguimos viagem (raramente paramos – só para abastecer e café, porque até para
almoçar são parcos). Mudamos para a EN4, passamos por Vendas Novas (aqui também há
bifanas, mas Montemor é mais longe) e chegamos a Montemor-o-Novo. Para variar, falharam
o ponto de viragem e lá tivemos de fazer uma manobra de recurso. Por acaso até estava lá
um senhor da autoridade que fechou os olhos ao facto de também lá estar aquele sinal
vermelho com um traço branco no meio! Foi só para inverter a marcha...
Passamos por umas Barbies, que também foram comer umas bifanas. Lá me estacionaram
na rua ao lado, ao pé do Tribunal. Estava-se bem ao Sol.
Os Kens das Barbies que estavam cá fora, cumprimentaram quando passámos por eles. No
entanto, no snack-bar, meteram o nariz no Iphone e na bifana, e nem “adeus e boa viagem”.

Enfim, as bifanas continuam boas e ele e a outra não demoraram muito a comê-las. Vamos 
continuar a viagem, que o caminho faz-se andando!
Voltamos pela EN114 a estrada que passa pelo Lavre. Antes do Lavre, encontramos este
condomínio fechado de luxo, e que luxo!!!





















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Um apartamento aqui, não é para todos!!!...




Agora, para casa.

Continuamos por Coruche – Raposa – Convento da Serra – Almeirim – Santarém.
Se queriam mais fotos, esqueçam, que eles não param. A outra tem que começar a tirar
fotos em andamento.

Finalmente Cartaxo e casa. O vizinho esteve a trabalhar o campo, no ar ficou um cheiro
forte a terra que invade os pulmões e as emoções! Não podíamos ter melhor recepção
 de boas vindas! 

Foram mais ou menos 250km, nada de especial por uma bifana. Até à próxima!!